Nesse artigo, falo como consegui me curar da enxaqueca.

A ENXAQUECA E OS SINTOMAS

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a enxaqueca acomete em torno de 15% da população mundial. No Brasil são aproximadamente 30 milhões de pessoas que sofrem com o problema.

É tão comum que muitos já aceitam como sendo uma condição normal e deixam de buscar uma solução definitiva para o problema, focando apenas a supressão dos sintomas.

Acredito na cura da enxaqueca e de muitas doenças tidas como incuráveis. Apesar disso, durante o tempo em que vivi esse desafio e outros tão difíceis quanto, sempre achei que não me curaria. A fé, diferente do fanatismo, é uma inteligência. Inteligência que nos permite suportar dúvidas e caminhar pelos domínios do improvável, do incerto e do impossível, e é desenvolvida conforme nossa maturidade espiritual.

É triste ouvir de médicos e das próprias pessoas que sofrem com o problema, que não há solução.

Pra mim, a história começou em 2008 quando tive uma crise muito forte e que durante anos me acompanhou diariamente. Antes disso tive alguns quadros de dor de cabeça mas nada muito relevante, mas dessa vez foi diferente. Os sintomas eram muito fortes e sentia um mal estar que nem imaginava fazer parte da enxaqueca. Durante quase 3 anos tive crises diárias que me deixaram realmente mal.

Senti praticamente tudo que alguém com uma enxaqueca crônica sente: aura, tonturas, enjoos, dormência nas pernas, braços e cabeça, dor de cabeça, fotofobia, sensibilidade a barulhos, irritabilidade e alterações de humor, insônia, problemas com a memória e falta de concentração, pânico, insônias etc.

Amigos passaram a me chamar de hipocondríaco sem entenderem que os sintomas eram reais e não psicológicos. Sentia-me cada vez pior e mais sozinho.

Fui a muitos médicos diferentes. Alguns pareciam muito bons,  mas quase sempre o discurso era o mesmo: Não havia cura para a enxaqueca, havia controle com medicamentos para aliviar os sintomas das crises.

Fui a um neurologista no Rio de Janeiro que afirmou que eu estava tendo um derrame após uma breve avaliação. Os sintomas visuais e a dormência constante na cabeça que não passavam eram, segundo ele, já possíveis danos causados pelo aneurisma.

Recomendou que eu buscasse imediatamente um cardiologista de sua confiança, mas não consegui vaga no dia e desesperado e fui para minha cidade natal já que teria mais conhecidos e suporte da família. Chegando lá, fui direto à uma emergência e fiz uma consulta com um cardiologista. Este fez os exames e me informou que não havia derrame, mas sim uma crise bem forte de enxaqueca.

Segundo ele, o estresse era o que tinha desencadeado a crise, e pediu que eu descansasse. Disse também que enxaqueca não tem cura e que eu teria que cuidar para aliviar as crises.

Os sintomas eram terríveis, principalmente os da visão, que deixavam minha vista embaçada boa parte do tempo, além de outros distúrbios. Para onde olhasse via os objetos e paisagens oscilantes e como se se movessem, além de ruídos como uma TV antiga mal sintonizada.  Dores de cabeça também eram frequentes e os demais sintomas me deixavam bastante incapacitado.

Na época eu trabalhava com artes visuais e isso gerava dificuldades pois não conseguia executar meu trabalho como antes.

Com o passar dos anos, fui de uma vida agitada, social e “feliz” para uma vida angustiante, de restrições e reclusão. Era difícil seguir uma vida normal. Trabalhar, dirigir, ir à festas e eventos era muito complicado. Os sintomas afetavam minha memória e raciocínio de forma a me deixar como se estivesse num torpor, algumas vezes depois de comer parecia estar bêbado sem ter consumido nada de álcool. Outras vezes, mal conseguia levantar da cama de tanto cansaço e desânimo.

Pouco a pouco fui me transformando em alguém triste e apático, irritado e reativo. Como nessa época vivia sozinho e longe da família, cada vez mais me sentia deprimido. Mesmo morando perto do trabalho, ir e voltar andando era um esforço que me deixava sem energias. Não tinha energia para exercícios, e até para as atividades mais básicas em casa.

HÁBITOS DE VIDA

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O estresse fazia sentido, como um dos médicos falou. Nessa época, chegava a trabalhar 15 horas contínuas frequentemente, sem ter noção de como fazia mal ao meu corpo. 

Demorei a perceber que nenhum dinheiro substitui a saúde e que sempre há alternativas profissionais e que não precisamos nos submetermos a imposições que vão contra nossa saúde. Se não somos felizes ou respeitados em nosso trabalho, que mudemos o quanto antes! Nem sempre é fácil ou rápido mudar nossa vida dessa forma, mas não podemos nos colocar como vítima da situação. A maioria de nós faz isso. Culpamos os outros mas a responsabilidade pela nossa vida e nossa saúde é nossa.

Tendemos a achar que a maior parte dos casos de enxaqueca é genética. Será mesmo? Eu não acredito nisso. Ou teríamos dessa forma uma epidemia de doenças genéticas atualmente. Mas essa é uma opinião baseada nas vivências que tive e nos estudos que fiz.

Nunca aceitei totalmente que teria que viver a vida inteira daquela forma, apenas aliviando sintomas com drogas. Drogas que não curam e intoxicam ainda mais nosso sistema. Aquilo não me parecia uma opção.

Todo o mal estar durante esse tempo foram fundamentais para mim. Esse e muitos outros desafios que vivi com minha saúde, me fizeram crescer e ser alguém melhor do que era. Mas levei muitos anos até entender dessa maneira e até hoje esqueço disso sempre que há uma nova dificuldade.

Foi apenas depois de chegar no meu limite que consegui forças para mudar. Foi no sofrimento que entendi melhor a mim e os outros. E foi onde comecei a perceber os exageros e a ignorância que definiam minha forma de viver a vida. 

Apesar de não gostarmos de admitir, a maior parte de nós precisa da dor para evoluir.  A dor foi e ainda é uma grande ferramenta para meu aprendizado, mesmo eu tentando evitá-la. É a partir dela que muitas vezes geramos a energia para andarmos em direção do que é bom para nós. Nem sempre o que queremos é o que precisamos e a Vida sabe disso melhor do que nós.

Quando me mudei para o Rio de Janeiro, fui morar sozinho e quis aproveitar os prazeres da vida num pensamento bastante materialista. Festas, bebidas e cigarro, trabalho demais, descanso de menos, alimentos industrializados e quase nada de alimentos de verdade. Além disso, pouca ou quase nenhuma atenção à minha mente e alma.

Conforme fui percebendo minha irresponsabilidade e me sentia no fundo do poço, fui vendo que precisaria mudar. Comecei pouco a pouco a melhorar meus hábitos.

PARADIGMAS QUE ADOECEM

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Apesar da forma irresponsável com que levava a vida, segundo os profissionais de saúde que consultei, a enxaqueca não tinha relação direta com esses hábitos. As mudanças que estava disposto a fazer não resolveriam o quadro da enxaqueca. Não era algo que poderia ser resolvido com uma mudança de atitudes.

Gastei bastante dinheiro indo à médicos e nutricionistas, mas não tive nem uma abordagem que apontasse no meu estilo de vida a raiz do problema. Todos olhavam muito mais para a doença, para os exames, para os remédios e para protocolos de tratamento do que para meu estilo de vida. E foi depois disso que comecei a entender por que a saúde anda muito doente nos dias atuais.

Quando alguns amigos médicos, anos depois, me contaram que em todo o curso de medicina, estudaram muito pouco sobre alimentação e hábitos de vida, comecei a entender melhor o paradigma em que vivemos.

Comecei a entender que o paradigma atual da saúde tem o foco na doença e nos medicamentos. Quase nada em saúde, alimentação e mudança de hábitos. A maioria aprende a cuidar de doenças, mas poucos estão preparados para nos orientar na direção da saúde. 

Infelizmente, mesmo nas consultas com nutricionistas, muitas vezes recebemos orientações mais baseadas em convenções e fórmulas para emagrecimento do que realmente algo que foque na saúde. Poucos falam para comermos alimentos de verdade e a maioria recomenda produtos industrializados. Fui em nutricionistas que me recomendaram barra de cereais cheias de aditivos prejudiciais à saúde, adoçantes, leite de soja, pães industrializados e outros produtos nada bons pra saúde.

O tempo foi passando sem que eu melhorasse e sem que eu vislumbrasse um caminho melhor para mim. Decidi estudar.

Pouco a pouco fui entendendo algumas coisas. Precisava melhorar meu sono, cortar os industrializados, comer comida de verdade, fazer exercícios, sair de uma vida de estresses todo o tempo, cuidar da minha mente, cuidar da minha alma. Tudo isso era fundamental e possível, desde que assumisse a responsabilidade por minha vida. Passei a buscar profissionais da saúde que fossem alinhados com essa nova forma de pensar. E principalmente, comecei a vê-los como pessoas capacitadas a me dar suporte, mas entendi que o trabalho e o esforço seriam meus.

Entendi também que nenhum dinheiro vale mais do que termos saúde e pessoas que amamos por perto. Nessa época, minhas ambições e sonhos já tinham diminuído bastante, já que o que me me interessava era um bem-estar mínimo. Sair, viajar, ir a restaurantes, cinema, praia ou qualquer outro lazer, são atividades que não fazem sentido quando não estamos bem. 

Nessa mesma época, em um período de 1 ano, faleceram duas pessoas muito queridas para mim, o que me gerou novos desafios e dificultou bastante o processo de reequilíbrio, me gerando dificuldades e descobertas que falarei a respeito no futuro. Fiquei ainda mais perdido, mas como a Vida não nos tira nada de valor sem nos dar algo tão valioso quanto, nesse momento onde perdia um tio muito querido e minha mãe, ganhei um presente que me faz diariamente compreender melhor o sentimento de gratidão.

Continuei buscando a saúde, limitei as horas do trabalho e interessantemente essa postura me fez ser mais respeitado e ganhar mais espaço e autonomia. Um dos indícios da nossa maturidade psicológica é aprendermos a dizer “não” ao que não nos faz bem.

ALTOS E BAIXOS E INCERTEZAS

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Achava que havia mudado muitas coisas e que estava dando meu melhor e fiquei bastante desanimado por não ver muitos resultados. Comecei a acreditar que os médicos tinham razão, não teria como voltar a ter minha vida livre dos sintomas da enxaqueca. Apenas conseguiria um alívio dos sintomas.

Muito tempo se passou e cada dia aprendia algo diferente que poderia melhorar, mudei meus hábitos e principalmente minha alimentação.

Comecei a aprofundar um pouco mais meus estudos sobre saúde. Comecei a ler livros de médicos e nutricionistas com ideias que tinham a ver com essa nova forma de pensar. Comecei a entender como nosso próprio corpo é o agente responsável pela recuperação e não os remédios, apesar de serem necessários em alguns casos para o alívio dos sintomas. Mas normalmente nas doenças crônicas, são as mudanças de hábitos e as terapias que dão suporte aos processos do organismo, que nos colocam no caminho da cura.

Nessa busca, descobri 2 médicos que pareciam consagrados no assunto da enxaqueca. Um no Rio de Janeiro, onde eu morava, e o outro em São Paulo.

Infelizmente a abordagem do médico do Rio era baseada na alopatia e no uso de medicamentos, tudo que eu tinha certeza de que não queria. O de São Paulo tinha uma abordagem diferente, focado na mudança dos hábitos de vida que era o que eu buscava.

Um pouco antes de ler seu livro, estava estudando sobre alimentação vegetariana e vi nela a possibilidade de recuperação. Resolvi tentar mas infelizmente não foi a melhor opção para mim.

Inicialmente me senti melhor. Mas já com a digestão não muito boa, sobrecarreguei demais meu sistema com os vegetais (que de fato, em muitos casos, são mais difíceis de digerir do que as gorduras e as carnes).

Nessa época, diminui muito as gorduras, cortei proteínas animais e comecei praticamente a me alimentar com grãos, vegetais, frutas, ovos, iogurtes, nozes além de retirar da dieta alguns alimentos que me faziam mal. Por um período me senti melhor fisicamente e também mentalmente, já que a ideia de não usar a morte de animais, fazia sentido pra mim.

Perdi bastante peso e tudo foi bem por um período, mas depois de um tempo comecei a piorar.

É importante que eu não seja injusto aqui e diga que nessa época eu ainda comia muitos industrializados, então não acho que me alimentasse bem. Além disso comia carboidratos demais, que acaba sendo algo muito comum no vegetarianismo. Acredito que isso contribuiu para o fato de ter piorado, mas ainda assim, acho que o vegetarianismo pode ser uma opção para alguns e para alguns casos, mas não é para todos.

De certa maneira o vegetarianismo contribuiu com os processos desintoxicantes e também com a minha conscientização, mas eu também precisava de alimentos que fossem muito nutritivos e com uma fácil assimilação pelo organismo num momento onde minha digestão já não estava nada boa.

Quase um ano depois, começava a me sentir fraco e minha digestão piorar ainda mais, além dos sintomas da enxaqueca não terem sumido.

Comecei então a ler o livro do Alexandre Feldman, médico de São Paulo que comentei acima. Percebi que sua abordagem era diferente e que era muito parecida com o que buscava. O livro chama-se “Enxaqueca – Só Tem Quem Quer” e recomendo bastante. Ele existe na versão impressa e digital na Amazon.

É claro que isso tudo foi um processo muito lento e cheio de altos e baixos. E depois de ler alguns livros, artigos e encontrado pessoas em quem confiava, sempre me orientando comer alguns alimentos de origem animal, comecei a ver a necessidade de voltar a consumir as carnes e principalmente as gorduras que eram muito demonizadas em algumas correntes vegetarianas.

Compreendi então que alimentação que me ajudaria a recuperar a saúde era baseada em alimentos de verdade. Havia as boas gorduras, proteínas e redução dos carboidratos principalmente os refinados. Não permitia produtos industrializados cheios de aditivos e conservantes.

Nesse mesmo momento eu estava lendo um livro chamado Nutrition and Physical Degeneration do Weston A. Price. Talvez o melhor livro sobre nutrição e saúde que já tenha lido. Lá esse pesquisador mostrava a diferença entre povos que no passado comiam produtos refinados e outros que apenas comiam comida de verdade. O livro é impressionante e para a infelicidade da nossa sociedade, amplamente ignorado pelos profissionais de saúde. 

Então, cortei os industrializados e comecei a comer comida de verdade, reduzindo os carboidratos refinados e voltei para um caminho parecido com o que o livro sobre enxaqueca tanto falava.

Comecei a entender que muitas informações que lemos nos jornais e ouvimos de profissionais são superficiais e outras estão erradas apesar de fazerem parte do senso comum, servindo mais à desorientação do que à nossa educação.

REEQUILÍBRIO

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Pouco a pouco fui mudando meu estilo de vida conforme já vinha fazendo há alguns anos, mas depois de meses das últimas mudanças na minha alimentação, vi uma melhora significativa: comecei a ver a enxaqueca diminuir. Não de uma hora pra outra, e não sem altos e baixos, mas pouco a pouco começava a sentir meu corpo mais com mais energia e menos sintomas.

Depois de tanto sofrimento, esforço e mudanças, consegui me curar da enxaqueca e dos sintomas associados a ela e que tanto me incapacitavam. Sem mais dores de cabeça, aura, fotofobia ou alucinações visuais, percebi que a doença genética era causada por algo muito claro: meus hábitos de vida e os desequilíbrios que causei no meu organismo durante uma vida de ignorância.

Se há casos genéticos? Acredito que sim! Mas como em todas as doenças genéticas, uma minoria dos casos, nada compatíveis com os 30 milhões de casos só no Brasil. A maioria dos casos, na minha visão são consequência dos hábitos de vida.

Desde então não tenho problema com enxaqueca e confesso que a maior parte do tempo nem lembro do inferno que vivi durante anos e que só quem já viveu sabe como é.

Aqui vão os principais sintomas que hoje não tenho mais:

  • Enxaqueca com Aura e Dor de Cabeça
  • Pressão Alta , Insônia e Taquicardia
  • Alucinações visuais e Fotofobia
  • Sensibilidade a barulhos
  • Irritabilidade e Dificuldade de Concentração
  • Tremores e Sensação de dormência na cabeça
  • Mente hiperativa, ansiedade e agitação

CONCLUSÃO

Hoje entendo a enxaqueca não como uma doença, mas como o resultado de desequilíbrios funcionais em nosso organismo. Os sintomas são a ponta do iceberg e o problema, normalmente não está na cabeça de quem sente, nem no sentido psicológico nem no sentido físico.

O problema tem raízes no desequilíbrio sistêmico do nosso organismo, quase sempre com relações diretas com nosso intestino e fígado. Muitas vezes isso está aliado a falta de nutrientes, à intoxicação intestinal, hepática (fígado) e também da matriz extracelular, gerando os desbalanços que mencionei anteriormente.

Justamente por isso a correção não é fácil, rápida, simples ou direta. Nosso organismo é complexo demais e tenta sempre se adaptar aos ambiente que criamos. Apesar de incrível e fascinante, essa complexidade dificulta nossa compreensão ainda muito limitada. 

Por isso a cura é sempre tão imprevisível e desafiadora. Ela requer o uso do nosso intelecto, de forma a buscarmos os conhecimentos necessários e a ações construtivas baseadas na ciência, mas também a humildade e a inteligência emocional e espiritual que nos permite ter fé e lidar com os altos e baixos que são parte dos processos adaptativos do organismo.

Conviver com enxaqueca crônica não é normal e além de ser algo muito difícil, abre portas para problemas futuros. Lembre-se de que seu corpo não o faz sentir mal à toa. Toda mudança requer energia e esforço! Reequilibrar nosso organismo significa sempre ampliarmos nossa consciência e compreendermos melhor a vida. Significa evoluirmos nos hábitos, pensamentos e conduta.

Por isso, seja forte! Tenha fé em Deus, no seu corpo e na sua melhora, mas acima de tudo tenha a certeza de que é com ação e mudanças de atitudes que você se sentirá melhor.

Comece a mudar seus hábitos hoje! Durma bem, relaxe sua mente e alimente-se com comida de verdade sempre. Jogue fora as porcarias e industrializados. Aprenda a ouvir seu corpo! Ele nos dá os sinais de que algo vai mal muito antes de se tornar crônico

Se você fuma, pare! Cuide da sua mente, procurando o que te faz bem e o que te eleva espiritualmente. Corpo, mente e alma precisam estar em equilíbrio para nossa recuperação.

O processo é lento e diferente para cada pessoa. Não acredito em fórmulas nem receitas de bolo, acredito em mudanças positivas que pouco a pouco nos levam a um estado melhor.

Tenha fé na sua melhora, já que altos e baixos acontecerão. Conte com os amigos que estarão do seu lado.  Entenda que nem todos entenderão o que você enfrenta. E isso pode lhe ajudar a conquistar mais segurança e autonomia.

Mas nunca se esqueça: Não estamos vivos para sofrer. O sofrimento faz parte da vida, mas é sempre um chamado para uma lição a ser aprendida, um chamado para encontrarmos caminhos melhores. Busque o seu!

E lembre-se de sempre ter um suporte médico e/ou nutricional de profissionais que você confie antes de mudar qualquer coisa em sua vida.

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